À descoberta da Madeira com beacons Este trabalho contou com a participação do Secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira, Dr. Eduardo Jesus. Graças à tecnologia beacon, turistas e residentes podem, a partir de agora, saber muito mais sobre os pontos de interesse da ilha, “numa experiência muito mais próxima e interactiva”. Os…
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]]>À descoberta da Madeira com beacons
Este trabalho contou com a participação do Secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira, Dr. Eduardo Jesus.
Graças à tecnologia beacon, turistas e residentes podem, a partir de agora, saber muito mais sobre os pontos de interesse da ilha, “numa experiência muito mais próxima e interactiva”.
Os beacons da Smiity chegaram à Madeira. São pequenos emissores com a capacidade de comunicar com quem se aproxima deles, disponibilizando aos seus utilizadores os mais variados tipos de conteúdo. Na região insular já estão presentes em vários pontos de interesse do Funchal e chegam agora às levadas da ilha. O objectivo não podia ser mais simples: comunicar com turistas e residentes, fazendo-lhes chegar informação relevante e contextual que lhes permita partir à descoberta da região de uma forma autónoma.
É, primeiro, preciso perceber a tecnologia. Os beacons são dispositivos muito simples, de baixo custo, reduzida dimensão, baixo consumo de energia e que utilizam a tecnologia BLE (Bluetooth Low Energy) para transmitir dados. E o utilizador não precisa de fazer muito, basta servir-se do seu smartphone com tecnologia bluetooth para receber os conteúdos difundidos.
A plataforma Smiity, desenvolvida pela portuguesa mobinteg e instalada na ilha da Madeira, está a promover o turismo acessível naquela região. Para Eduardo Jesus, secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, esta solução visa elevar “a consulta dita ‘clássica’ dos guias turísticos e o acesso à informação do destino”, transformando-a “numa experiência muito mais próxima e interactiva”.
Compatível com dispositivos iOS e Android, a Smiity garante que os seus utilizadores recebem informações contextualmente relevantes sobre o local em que se encontram sem que tenham, sequer, de as procurar. Notícias, eventos, percursos pedestres e informação relativa a monumentos e outros pontos de interesse, proporcionam ao utilizador uma experiência contextualmente relevante e possibilitam o estabelecimento de uma linha de comunicação instantânea que o leva a descobrir, de forma interactiva, a envolvente, tanto em contextos urbanos como em contextos caracterizados pela paisagem natural.
Já implementados em vários pontos de interesse da cidade do Funchal, como o Museu da Quinta das Cruzes ou o Forte de São Tiago, em parceria com o Turismo da Madeira, e agora também nas levadas, em parceria com a Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, estes pequenos – mas revolucionários – emissores são uma peça fundamental para uma experiência verdadeiramente acessível e inclusiva. Para além de ser de acesso gratuito e de estar disponível para a grande maioria dos dispositivos móveis, a Smiity é, também, uma solução inclusiva, nomeadamente, para os portadores de deficiência visual, ao oferecer a funcionalidade text-to-speech, que pega nos conteúdos de texto e converte-os automaticamente em áudio, no idioma do dispositivo.
“Nenhuma medida que venha a ser implementada terá sucesso se apenas se destinar aos turistas”. Eduardo Jesus considera que a utilização de beacons numa cidade não deve servir, apenas, aqueles que visitam a ilha. É, antes, uma tecnologia que facilita a comunicação da cidade, dos seus edifícios e dos seus espaços, com o cidadão e que pode revelar-se uma ferramenta com importância para a inteligência urbana. Tanto para o turista como para o cidadão, esta tecnologia, quando bem implementada, resulta numa experiência simples, mas rica, de interacção com o território envolvente.
Há planos concretos para a expansão da plataforma na cidade do Funchal. Já foram sinalizadas “quase duas dezenas de pontos de interesse, onde serão instalados os beacons”, revela o secretário regional. “A ideia é que possamos crescer gradualmente, alargando o número de emissores nesta cidade e em toda a região. Na prática, estamos a falar de uma nova estratégia de comunicação”.
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